Psych Office #18 – DVD, DVD! Show, filme, vidente…

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Capa do décimo oitavo episódio.

#ThankPsychItsThursday! E no terceiro episódio da temporada, uma nova era começa em nosso programa. Quer descobrir porque? Henrick Peres, Erwin Kopp Xavier e Fernando Lima te explicam neste episódio que não tem troco, mas também que não oferece balas (easter eggs).

No décimo oitavo episódio do Psych Office, discutimos e opinamos sobre “Spy vs. Spy“/”Vidente Contra Vidente“, o episódio número dezoito de Psych. Neste episódio, Shawn ganha a concorrência de Lindsey, uma vidente do governo, durante a investigação de um caso envolvendo um falsificador de notas. Será que Shawn vai ter força o suficiente pra concorrer com uma vidente de verdade?

Por que causa, motivo, razão ou circunstância um dos membros está deixando o podcast? Teve homenagem pra ele? Quem é a vítima dessa vez no Ligação Urbana? Porque o cara oferece troco em balas se ele poderia muito bem dar um DVD a mais pro cliente? Porque a trilha sonora desse episódio está tão fantástica? E porque diabos interromperam a gravação pra nos tentarem vender água? Descubra tudo isso e muito mais ouvindo ao mais novo episódio do Psych Office!


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Edição Final: Henrick Peres

Links relacionados ao programa:

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Nos encontramos em breve com mais um Psych Office!

  • The Fast

    Presente! 🙂

    E já opinando (não bastou por email? :P):
    A duração do programa poderia ser menor.
    Algo como 10 minutos “Office” e 20 minutos “Psych”: até 20 minutos para discutir-se os episódios, inclusive os mais “complexos”, que requerem algum tempo a mais, e também por conta das curiosidades (que se forem muitas poder-se-á “esticar” 5 minutos no “Psych Time”). E sim, mais uns 3 minutos finais para anúncios, erros de gravação e outras palhaçadas finais 🙂

    Acho, e apenas acho, que programa de áudio com mais de 30 minutos não tem total atenção do ouvinte; apenas apertam o play e escutam uma coisa ou outra enquanto fazem alguma tarefa. Não é como um programa de rádio, que existem “pausas” no programa, quais os ouvintes aguardam por músicas (completas), e nisto “relaxam” a atenção (momento de descanso — sem “processamento de dados”).

    Sim, escutei todo, ou melhor “ouvi”, prestando atenção em tudo, mas acho que isto deve ser encarado como “ponto fora da curva”, e não um padrão. Hoje em dia, pelo tempo curto de atenção da geração “web”, diversidade de conteúdo, falta de tempo para dedicar-se a uma só tarefa (interrupções quebram o “climax”), como também pelo que fora comentado sobre “atenção do ouvinte”, torna-se complicado conseguir do ouvinte bom aproveitamento do conteúdo. Se produz, faz o que gosta, o número de “plays” é menos relevante do que ter uma melhor percepção engajamento de quem realmente curte (mesmo que sejam poucos), ou seja, saber que quem “está do outro lado” realmente participou.

    E para melhorar ainda mais a discussão, que tal incorporar o player do episódio que será discutido? Assim, quem desejar relembrar uma coisa ou outra enquanto escuta as cenas comentadas no programa, poderá fazê-lo em uma mesmo local (página), o que facilita bastante.

    The Fast>>

    • Fala The Fast! Muito obrigado pelo tempo disposto com nosso trabalho!

      Suas sugestões foram muito bacanas. Tivemos episódios do Psych Office beirando a casa das 1h20m de duração, mas com o tempo fomos regredindo, até chegar a essa casa dos 50m como padrão. Fizemos uma breve pesquisa com nosso público e deu pra sentir que a galera está confortável com essa duração por tratar-se de um programa quinzenal, não semanal ou diário. O tempo de espera pelos episódios ajuda nessa aceitação de um tempo maior. No entanto, estamos até que satisfeitos com nossos ratings quinzenais. O público, por mais que não comente tanto, aprecia o trabalho e são bem fiéis aos episódios do programa.

      Mas realmente, está cada vez mais difícil prender a atenção do público na web. Não a toa arrumamos formas mais interativas de fazer o programa. Limamos o quadro de comentários, tentamos ser sucintos na discussão do episódio (coisa que ainda precisamos melhorar, confesso eu, mas que já estamos trabalhando pros próximos episódios que serão lançados) e, claro, coisas mais dinâmicas. Como mencionei, temos novidades pros próximos episódios. Quadros novos, novas participações… talvez o programa chegue ao patamar que você esteja recomendando. Ou não, hahahaha! Caso não chegue, estaremos abertos pra ouvir (entenda-se “ler”) mais sugestões.

      E sua idéia de incorporar o player do episódio é ótima! Vamos fazer isso, mas no sentido contrário: nas páginas dos episódios de Psych, vamos incorporar os players dos podcasts. Com certeza vai ajudar no número de novos ouvintes e, também, vai tornar o trabalho de busca dos podcasts um tanto quanto mais fácil.

      Muito obrigado por compartilhar suas perspectivas! Um forte abraço!

      • The Fast

        ᕕ(ᐛ)ᕗ>> Here again!

        Que bom que gostaram.

        Bom saber que estão de olho e abertos à sugestões; que não significa aceitar-las, mas estudar “com carinho”. A opinião do público e a métrica ajudam a polir o formato, mas não são todos que possuem este interesse.

        O fato de ser quinzenal, como bem apontastes, ajuda nesta liberdade de criação. Tem-se que ter equilíbrio, afinal, um formato mais curto pode atrair um maior público, porém, se muito curto, ou “corrido” ( quadros com tempo “apertado”), pode-se frustrar a experiência do público “fiel” (aquele com a “carteirinha virtual” de fã), que conta os dias para cada novo episódio, e vai perceber se a edição estiver algo parecido com uma “corrida contrarrelógio”. Além de, é claro, podar a diversão (e liberdade) de quem faz, ou de encontrar um ritmo agradável (inclusive na edição).
        Todo segredo está neste equilíbrio: se conseguir um novo patamar em equilíbrio, o público ficará satisfeito também com a nova experiência e, quem sabe, atenderá a um “mundo novo”. É complexo, tem que ser feito aos poucos, ajustando o ritmo. E a inclusão ou exclusão de novos quadros muda tudo isto. Porém a dinâmica natural é o que torna tudo agradável, sem “artificialidades”; é preciso sempre ir em busca deste ponto.

        Tentem não “podar” muito a discussão do episódio. Não sei sobre a opinião dos demais ouvintes, então falarei somente por mim (minha opinião): eu gosto das brincadeiras e demais quadros, mas acho o ponto alto justamente a discussão sobre o episódio (inclusive cada programa está ligado a um episódio). Como admirador da série, gosto de “observar como os outros observam” a série, ou seja, como ela é percebida por cada um — curiosidade “sadia”, um “interesse”, e não de modo “dependente e doente” como um voyeur. Acho interessante, e até mesmo pode dar um novo olhar para cada episódio. As curiosidades sobre cada episódio somam-se a este momento. Aguça nos a lembrança e bate aquela saudade. Surge aquela vontade de rever o episódio, pois parece que nunca é demais poder rir outra vez 😉

        Sobre o player, muito bem! Melhor ainda! Como ficarão estas postagens sobre o podcast? Apenas anúncio de novo programa e terão o link para a página do episódio (onde também estará o podcast)?
        Nem imaginava em mudar a estrutura desta forma — ora, chegou agora e já quer sentar na janela! 😛 Não, vocês observam as ideias e argumentos e, caso pareça ser boa melhoria, ajustam uma coisa ou outra e implementam, sem apego ao que é antigo, ao que é “nosso” — que ninguém mete o dedo (ops!). Acho que isto é ser inteligente — não é apenas “saber”, mas agir.
        Parabéns.

        The Fast>>

        • Se você quer buscar a perfeição, você precisa estar aberto à sugestões. Sou totalmente aberto à criticas construtivas porque ninguém nasce sabendo tudo. É dividindo experiências e seguindo recomendações que vamos melhorando o que já é bom ou que vamos tornar bom o que é ruim. E, de verdade, agradeço muito teu tempo disposto à argumentar suas opiniões em relação ao site e ao podcast. Têm sido de grande ajuda, de verdade!

          Sobre os quadros: temos um timing bacana. Geralmente o “Ligação Urbana” fica entre 3-5 minutos, a discussão do episódio fica com 22 minutos e por aí vai. Na edição, eu busco manter um padrão. Acredite, pra fazer um episódio, ficamos três, quatro horas no Skype. Sem exageros. Então muita coisa é limada na edição. Seja coisas em off ou coisas que gravamos pro programa mesmo.

          Fizemos alguns novos quadros que vão ao ar a partir dos episódios de Abril. São bem legais e divertidos, mas são mais coisas em off mesmo do que relativamente focado em Psych.

          A duração não é um problema pra mim. Têm podcasts semanais que entregam 1h30, 2h de conteúdo. Dependendo do tema e de como a coisa se desenrola, você nem vê a hora passar. Claro que as vezes, o ouvinte bate o olho e acha um exagero ter 53m de podcast esperando para ser ouvido. Mas é só desenvolver bem na gravação e, principalmente, na edição, que o formato será abraçado de corpo e alma tanto pela equipe quanto por quem ouve. Por exemplo: fizemos mais um episódio temático que vai ao ar em Maio que com certeza vai valer a “longa” duração, pois ficou muito legal e informativo.

          Sobre a incorporação no Player: as postagens dos podcasts continuarão exatamente como estão hoje. A diferença é que nas postagens dos episódios de Psych, vou adicionar um texto “chamando” o podcast e, em seguida, o Player estará disponível pra pessoa ouvir, antes ou depois de assistir ao episódio em questão.

          Novamente, agradeço tuas considerações. Sinta-se a vontade pra expressar sua opinião sempre que quiser/puder, pois valorizo isso. É bacana ter gente interessada em opinar e criticar construtivamente. Com isso, todos ganham: a gente, por entregar o que o ouvinte quer, e o ouvinte, por entregarmos o que ele quer.

          Forte abraço, meu amigo!